Então Gabriel... Pelo menos duas vezes por ano acontecem as temporadas de moda, quando os estilistas mostram o que eles acreditam que vai ser tendência na próxima estação. Agora por exemplo estão rolando os desfiles de inverno, e um monte de gente passa a acreditar que o que é mostrado na passarela é verdade e que dá para se vestir assim e sair por aí, feliz. Até aí, tudo bem, porque é claro que a gente não leva isso muito a sério. O que pode nos interessar nessa história é quem está por baixo das roupas nas passarelas, as modelos. Elas são sempre altas, magras e lindas, o que parece ser um sonho de consumo. Mas não é bem isso, muito pelo contrário. Salvo raras situações, esse é um tipo de mulher que não nos diz diretamente a alma, se é que você me entende, Gabriel. Ao ponto de eu ter um amigo que diz que homem que só namora modelo gosta de brincar de boneca.
Mas por outro lado, Gabriel, a gente encontra muita coisa boa no entorno da moda. São pessoas que até poderiam modelar (como se diz), mas que por algum motivo preferem produzir, criar o estilo ou fazer outras milhões de coisas na moda. Elas pensam - ou algumas pessoas fazem com que elas pensem - que poderiam ser um pouco mais altas, um pouco mais magras, um pouco mais bonitas... Tudo bobagem, Gabriel, essas é que são as melhores, as que têm um pouco de imperfeição. O que elas precisam ouvir mesmo, Gabriel, é que são e estão incríveis, que aquela calça ficou ótima, que o cabelo está super bem cortado e por aí vai. E por aí ainda vão várias histórias que eu te conto outra hora sobre como elas precisam entender que nós não nos preocupamos com tantas coisinhas miúdas. Quem na verdade está preocupado com o caimento daquele tal vestido ou se a calça deixou a bunda um pouco maior é uma outra mulher, normalmente uma das melhores amigas... Mas isso, como te falei, é outro papo, Gabriel... Te conto depois.
Jxxxx
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
Então Gabriel...
A partir de agora eu tenho uma nova missão nessa vida: eu vou tentar explicar para o meu afilhado o que costuma passar pela cabeça das muheres, pelo menos do ponto de vista de um homem, que costuma estar rodeado de amigas. Ele, Gabiel, meu afilhado, tem apenas alguns meses, mas já precisa entender desse assunto. Não que eu entenda, mas contando um pouco do que vejo, ouço, vivo e etc no meio desse universo, vou ter ajudá-lo a crescer um homem bacana, daqueles que todas as mulheres hoje querem ter ao lado, mas que insistem que ele não existe. Eu me esforcei para ser esse cara, mas ainda não fui bem sucedido. Gabriel o será.
Jxxx
Jxxx
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